Cargos e acesso: o que a pessoa pode fazer, e sobre o quê

Quem pode fazer o quê na plataforma se decide em dois lugares que não se confundem: o cargo diz o que a pessoa pode fazer (os verbos), e os vínculos dizem sobre o que ela faz (as marcas, as contas). Ter a permissão não é ter o acesso.

Os cargos são seus

Cada organização tem os próprios cargos, com os próprios nomes. Duas empresas diferentes podem ter, cada uma, o seu "Financeiro" — e uma não enxerga a da outra.

Sua organização já nasce com dois: Administradores e Atendentes. A partir daí você cria os que quiser, marcando permissão por permissão.

"Administrador" aqui significa quem administra a sua organização. E existe uma trava que nunca deixa você se trancar do lado de fora: a organização nunca fica sem nenhum administrador. Se a alteração deixaria a organização sem administrador, ela é recusada.

Você só concede o acesso que você tem

Ao editar as marcas, contas ou o cargo de outra pessoa, vale a regra de mercado: ninguém entrega o que não possui.

  • O que está fora do seu alcance passa intacto. Se você administra só a marca A e edita alguém que tem A e B, o B continua lá — em vez de sumir sem ninguém perceber.
  • Tentar conceder algo fora do seu alcance é recusado com aviso, nunca ignorado em silêncio.
  • O mesmo vale para cargos: você não consegue dar a alguém uma permissão que você mesmo não tem — senão bastaria criar um cargo para se promover.

Administradores da organização têm alcance total, e por isso não esbarram nessas regras. E ninguém edita os próprios vínculos.

Conta única: acesso sem burocracia

Se a organização tem uma conta só, todo usuário dela já alcança essa conta — não é preciso vincular um a um, e nenhuma tela de seleção aparece. Criar a segunda conta é o momento em que os vínculos passam a existir de verdade, e o sistema materializa as associações que estavam implícitas.